Título do projeto: MICROPROPAGAÇÃO DE ESPÉCIES DE BAMBU: estabelecimento in vitro de Bambusa vulgaris Schrad. ex J.C.Wendl. Phyllostachys bambusoides Siebold & Zucc. e Dendrocalamus asper (Schult f.) Backer ex Heyne Nome do Aluno: Théo Piucco Röcker Nome do orientador: Miguel Pedro Guerra Centro: Centro de Ciências Agrárias (CCA) Departamento: Fitotecnia Laboratório: Laboratório de Fisiologia do Desenvolvimento e Genética Vegetal. Área do conhecimento: Ciências Agrárias Sub-área do conhecimento: Fitotecnia Nome da instituição: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Palavras-chave: Bambu, cadeia produtiva, biotecnologias, micropropagação, produção de mudas. Resumo: Os métodos convencionais de propagação de bambu têm se mostrado ineficientes quando se deseja produção em larga escala. Diante disto, a utilização de biotecnologias baseadas na cultura de tecidos de plantas, permite melhorar a propagação fortalecendo a cadeia de utilização desta cultura. Para dar início ao cultivo asséptico foram instalados experimentos de estabelecimento in vitro para três espécies de bambu: Bambusa vulgaris Schrad. ex J.C.Wendl., Phyllostachys bambusoides Siebold & Zucc. e Dendrocalamus asper (Schult f.) Backer ex Heyne Foram avaliadas as estações do ano (outono e primavera); a adição de PPM® no (0; 0,2 e 0,4%); bem como o fungicida Kasumin® ao meio de cultura. Avaliou-se também os efeitos da consistência do meio de cultura (sólido ou líquido). Os resultados mostraram que o outono foi a estação mais efetiva para obter-se culturas assépticas, menor oxidação dos explantes e maior brotação das gemas de B. vulgaris. Para as outras espécies, a estação do ano influenciou a ausência microorganismos e oxidação. A presença do fungicida não resultou em diferenças na contaminação in vitro para nenhuma das espécies. PPM nas concentrações de 0,2% e 0,4% foram efetivas para controlar/eliminar a contaminação fúngica das culturas de maior B. vulgaris e D. asper, e a concentração 0,4% foi mais efetiva para este parâmetro em P. bambusoides. A consistência do meio de cultura também influenciou a contaminação bem como a oxidação das culturas e B. vulgaris e D. asper apresentaram menor contaminação por fungos em meio de cultura líquido.