Acusado pelo assassinato de Letícia Sousa Curado de Melo, de 26 anos, Marinésio Olinto dos Santos foi condenado a 37 anos de prisão, em região fechado. A decisão ocorreu após 10 horas de julgamento, no Tribunal do Júri de Planaltina. Morta há 1 anos e 10 meses, Letícia foi a última vítima de Marinésio. Ela foi estrangulada depois de reagir a uma tentativa de estupro do cozinheiro. Letícia era funcionária terceirizada do Ministério da Educação e aceitou uma carona do criminoso. Ela ficou três dias desaparecida até que seu corpo fosse encontrado em uma manilha às margens de uma rodovia local. Câmeras de segurança ajudaram a identificar o veículo utilizado na ação, levando a Marinésio, que confessou o crime. À época, a divulgação de fotos do criminoso levaram outros vítimas a denuncia-lo. Kevelin Rodrigues também foi abusada sexualmente ao aceitar uma carona de Marinésio. Ele foi condenado a 10 anos de prisão por esse estupro e é apontado como autor de pelo menos outros três casos de abuso e um feminicídio. Marinésio ainda será julgado pelo caso de Genir Pereira de Sousa, de 47 anos. A empregada doméstica desapareceu em 2 de junho e só teve o corpo encontrado 10 dias depois, em um região entre Planaltina e Paranoá. Todas as notícias em www.sbtnews.com.br - a sua fonte segura de informação